A democracia é frequentemente acusada de falhar. Mas o que ela realmente promete – e o que nunca prometeu? Este ensaio investiga por que instituições são confundidas com seus ocupantes e como falhas reais são exploradas por projetos autoritários. Da República de Weimar à política contemporânea, o texto mostra como desigualdade, mentira e desalento corroem regimes democráticos. Em 2026, a defesa da democracia exige memória, vigilância e responsabilidade cívica. Porque quando ela cai, o que vem depois não é eficiência – é violência.
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A verdade foi assassinada aos poucos e substituída por um projeto calculado: a mentira como arma política. De Goebbels a Steve Bannon, falsidades moldaram medos, criaram inimigos e sustentaram regimes. Na era da pós-verdade, fake news se espalham mais rapidamente que os fatos e corroem democracias, como no ataque ao Capitólio e na invasão à Praça dos Três Poderes, em Brasília, em 8 de janeiro de 2023. Defender a verdade, hoje, é mais que um dever: é um ato de resistência.
