Em plena tensão da Guerra Fria, os EUA montaram um plano de contingência para ajudar os conspiradores do golpe de 1964 no Brasil. O objetivo era garantir suprimentos e apoio logístico, caso rolasse resistência. Tudo para manter a influência norte-americana na América Latina, mesmo que isso significasse violar a soberania de outro país.
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O uso do nome de Deus foi central para a mobilização de movimentos civis que defendiam o golpe militar em 1964. A ideia de que o comunismo representava uma ameaça à moral cristã e aos valores familiares serviu para atrair uma base ampla, incluindo donas de casa e lideranças religiosas. O apelo religioso criou uma percepção de legitimidade moral, associando a intervenção militar à defesa de valores divinos.
A criação artificial de crises é uma estratégia poderosa e perigosa, capaz de derrubar governos, alterar rumo de nações e gerar consequências imprevisíveis. O processo segue uma técnica refinada, embora nefasta. No episódio de hoje de Relatos – A Estação da História, apresentaremos um caso real de fabricação de crise: como os Estados Unidos criaram condições para derrubar um governo democrático e instaurar uma ditadura de 21 anos no Brasil.
