Perder uma eleição também é um teste de caráter. Em 1955, a resistência à vitória de Juscelino Kubitschek levou o Brasil à beira de uma ruptura. Décadas depois, Jair Bolsonaro, Donald Trump e Flávio Bolsonaro mostraram os perigos da recusa do resultado eleitoral. Outros líderes souberam reconhecer a vitória dos adversários e preservar as regras da disputa. Entre conspirações e gestos de civilidade, uma crônica sobre a elegância de perder – e o compromisso democrático que ela revela.
