Prometeram sanções globais e intervenção estrangeira. Juraram que o Imperador Laranja viria salvar o dia. Brandiram a Lei Magnitsky como espada sagrada e ameaçaram todo mundo. Chegaram a enxergar porta-aviões no Lago Paranoá. Mas o navio virou miragem. A boia foi recolhida. E o Exército de Brancaleone tropical ficou no barranco. Sem resgate. Sem plano. Só o eco das próprias bravatas e do delírio.
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Em 30 de julho de 2025, os Estados Unidos impuseram sanções inéditas ao ministro Alexandre de Moraes, do STF, com base na Lei Magnitsky. No episódio, analisamos a gravidade dessa ação: a distorção de um instrumento legal criado para punir torturadores, agora usado contra um juiz de uma democracia. Revisitamos o histórico de interferência norte-americana no Brasil – da sombra do golpe de 1964 à agressão institucional de 2025 – e revelamos o papel de Eduardo Bolsonaro na articulação dessa retaliação internacional. Este episódio denuncia o ataque à soberania brasileira e à independência do Judiciário, e alerta para os riscos de um novo ciclo autoritário. Uma reflexão urgente sobre democracia, poder e soberania.
Donald Trump, em gesto autoritário, anunciou uma tarifa de 50% sobre produtos brasileiros como forma de pressionar o governo Lula e interferir no julgamento de Jair Bolsonaro, seu aliado político. A medida, claramente retaliatória, representa uma afronta à soberania do Brasil e aos princípios democráticos. Bolsonaro está sendo julgado dentro do devido processo legal, com amplo direito de defesa, por ter articulado uma tentativa de golpe após perder as eleições de 2022. A chantagem econômica promovida por Trump não pode ser tolerada. O Brasil é uma nação soberana e não aceitará tutela externa em seus assuntos internos. Como afirmou o presidente Lula: “O Brasil não aceitará tutela de ninguém.”
