Em 1968, jovens tomavam as ruas, enfrentavam governos e acreditavam que poderiam mudar o mundo. Hoje, em um cenário marcado por hiperconectividade, individualismo, insegurança econômica e guerras transmitidas em tempo real, parte da juventude parece seguir outro caminho. O avanço de pautas conservadoras entre jovens em diversos países levanta uma questão inquietante: o que aconteceu com a geração da rebeldia? Entre a herança de Maio de 68 e os alertas sobre a crescente indiferença diante da violência, este artigo investiga as profundas transformações culturais e políticas que moldaram a juventude contemporânea.
